Quem ama as rosas suporta os espinhos.
Simples são as palavras que saem de uma fonte imaginária que nunca seca, que transborda de ideias que liberto com a caneta no papel... são como as gotas que caiem do céu nos dias de chuva, são de água limpa e água turva, que me levam a um lugar onde só eu consigo alcançar...
domingo, 30 de março de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
#Amo-te como uma louca
Comecei a amar-te no dia em que te abandonei.
Foram as palavras dele quando, dez anos depois, a encontrou por mero acaso no café. Ela sorriu, disse-lhe “olá, amo-te” mas os lábios só disseram “olá, está tudo bem?”. Ficaram horas a conversar, até que ele, nestas coisas era sempre ele a perder a vergonha por mais vergonha que tivesse naquilo que tinha feito (como é que fui deixar-te? como fui tão imbecil ao ponto de não perceber que estava em ti tudo o que queria?)
(...)
De tudo o que amo és tu o que mais me apaixona.
Foram as palavras dela, poucos minutos depois, quando ele, teimoso, a seguiu até ao fundo da rua em hora de ponta. Estavam frente a frente, toda a gente a passar sem perceber que ali se decidia o futuro do mundo. Ele disse: “casei-me com outra para te poder amar em paz”. Ela disse: “casei-me com outro para que houvesse um ruído que te calasse em mim”. Na verdade nem um nem outro disseram nada disso porque nem um nem outro eram poetas. Mas o que as palavras de um (“amo-te como um louco”) e as palavras de outro (“amo-te como uma louca”) disseram foi isso mesmo. A rua parou, então, diante do abraço deles.
Pedro Chagas Freitas
in "O Livro dos Loucos"
Foram as palavras dele quando, dez anos depois, a encontrou por mero acaso no café. Ela sorriu, disse-lhe “olá, amo-te” mas os lábios só disseram “olá, está tudo bem?”. Ficaram horas a conversar, até que ele, nestas coisas era sempre ele a perder a vergonha por mais vergonha que tivesse naquilo que tinha feito (como é que fui deixar-te? como fui tão imbecil ao ponto de não perceber que estava em ti tudo o que queria?)
(...)
De tudo o que amo és tu o que mais me apaixona.
Foram as palavras dela, poucos minutos depois, quando ele, teimoso, a seguiu até ao fundo da rua em hora de ponta. Estavam frente a frente, toda a gente a passar sem perceber que ali se decidia o futuro do mundo. Ele disse: “casei-me com outra para te poder amar em paz”. Ela disse: “casei-me com outro para que houvesse um ruído que te calasse em mim”. Na verdade nem um nem outro disseram nada disso porque nem um nem outro eram poetas. Mas o que as palavras de um (“amo-te como um louco”) e as palavras de outro (“amo-te como uma louca”) disseram foi isso mesmo. A rua parou, então, diante do abraço deles.
Pedro Chagas Freitas
in "O Livro dos Loucos"
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
#Eusebio
Foste o rei que iluminou a Luz, contigo hoje parte uma parte de todos os portugueses. Foste e es um orgulho para a nossa nação. Obrigado por tudo o que nos ensinaste e por todo o legado que deixaste. Obrigado por teres levado o nosso nome alem fronteiras. Obrigado por teres existido.
ES IMORTAL, EUSEBIO DA SILVA FERREIRA (1942- ∞)
E PLURIBUS UNUM
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